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João Felipe Carvalhas
Atibaia (SP)
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Comentários
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João Felipe Carvalhas
Comentário ·
há 7 anos
Sobre começos e erros e começar de novo
Gracy Martins
·
há 7 anos
Parabéns Dra Gracy.
Não sou da área, não sou advogado nem nunca estudei para. Tenho uma pessoal satisfação em ouvi-los pelo que pensam, expressam e deduzem. Gosto do que vejo: Pessoas novas, jovens, que conseguem traduzir uma evolução que tanto ansiamos. Não é nada comum a uma pessoa com seu portfólio, com seu background expor ter passado por erros. Mas, olha só que maravilha! Somos humanos, falhos, falíveis. Ainda, assim, considero que a posição que ocupam, lhes confere uma distinção acentuada nesta sociedade. Pessoas comuns, (mesmo as proeminentes, as corporações ou as menos favorecidas) se contrapõem em distintas observações de determinado problema que se lhes apresenta. Como resolve-lo?. Lá estão os Srs... Sensatez à pique, experiência evocada, atitude curiosa... e o problema começa a ser esmiuçado para então em postura altiva, ser elucidado, apresentado se estabelecendo assim a forma de como a resolução se apresentará. Será necessária, sempre, a Sabedoria. Esta não se compra, não se herda, não se aprende. Esta se forja, com reconhecimento dos erros, com árduo trabalho nos estudos e sobretudo, na observação acurada do "próximo", motivo e causa de todos os nossos procedimentos.
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João Felipe Carvalhas
Comentário ·
há 7 anos
Está em estágio probatório no serviço público? Faça o feijão com arroz!
Sérgio Merola
·
há 7 anos
Parabéns Dr. Merola. sua abordagem é bem acurada.
Também pertenço ao serviço público, na área da saúde. Não sou novato, propriamente dito, nem sou do "time dos antigos".
Sua experiência mostra o que se tem de mais comum nas repartições públicas e expressa o sentido amplo da interpretação de quase todos que se detêm nesta observação.
O caso relatado da Dra Bruna, é o espelho da situação de quase todos que recém passaram em um concurso e sonham em abordar o dia a dia de forma mais prática, objetiva e progressista tomando para sí a tarefa da mudança, "tão necessária", mas que a frustração, impiedosamente afasta após tantos conselhos "amigos" dos familiares e próximos.
Igualmente foi a visão do Dr. Cavalcanti que me rememorou algumas das situações pelas quais passei e que ainda presencio.
Mas não poderemos nos esquecer que estes "novatos", além da força nova e a motivação aguçada, trazem consigo a façanha de terem sido aprovados dentre centenas de outros, concedendo-lhes uma distinção.
Minha única pena, é a de ver que tratamos a diferença como ameaça, quando a força de uma união destas, experiência + inovação, trariam uma invencibilidade inquestionável.
Gosto de participar aqui, mesmo não sendo da área, pela forma com que os Drs. abordam, tão claramente situações que o cotidiano nos impõe. E são tão didáticos quanto simpáticos. Aprendo cada vez que os acompanho. Obrigado
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João Felipe Carvalhas
Comentário ·
há 7 anos
Dispensa discriminatória. Você sabe reconhecer na prática quando ela acontece?
Dra Lorena Lucena Tôrres
·
há 7 anos
Parabéns Dra. Muito objetiva e elucidativa, suas colocações trazem esclarecimentos úteis e importantes para o dia a dia, principalmente de quem, como Eu, não está na área do direito. Embora tenhamos, por força de lei, a obrigação de saber nossos direitos, isto nem sempre é possível dada a velocidade das mudanças e a incorporação, constante, de interpretações novas às leis de mediação das relações. Somente me constrange, o fato de que tenho observado, ultimamente, uma deterioração crescente das relações entre todos os entes envolvidos (pessoas X pessoas; patrões X empregados; empresas X empresas,etc...), quando a simples observação da ética e a adoção de posturas das educações mais polidas, já seriam suficientes para estabelecer um convívio mais harmonioso. Em todo o caso, teremos sempre, como nos assessorar com profissionais competentes e equilibrados como no seu caso, em particular. Parabéns.
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Bruna Ribeiro
Comentário ·
há 7 anos
Está em estágio probatório no serviço público? Faça o feijão com arroz!
Sérgio Merola
·
há 7 anos
Artigo excelente, mas que merece uma consideração.
Entrei muito jovem no serviço público e queria "fazer e acontecer", mas logo de cara vi que não seria como esperava. O sistema é sim burocrático, demorado e complicado, só que os próprios servidores antigos não querem mudá-lo, preferem deixar como está e dificultam qualquer inovação pelo simples fato de não querer aprender algo novo ou depender dos mais jovens para tanto. Então, não, eles não estão "acostumados com o sistema", são eles que o mantém com unhas e dentes. Vejo isso diariamente.
Minha dica é: inove sim, procure melhorar, evoluir AOS POUCOS. Primeiro ganhe terreno com as pessoas, depois faça pequenas mudanças no que estiver ao seu alcance e, assim, siga "mordendo pelas beiradas" através do diálogo constante e do exemplo.
Só com cautela e persistência conseguiremos, como servidores, mudar essa cultura já estabelecida há anos. Mesmo diante de todas as dificuldades (já tenho quase 6 anos de serviço público), ainda acredito piamente que com estratégia e negociação qualquer instituição e pessoa podem melhorar.
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Andre Cavalcanti Pierre de Messias
Comentário ·
há 7 anos
Está em estágio probatório no serviço público? Faça o feijão com arroz!
Sérgio Merola
·
há 7 anos
Respeito a opinião do nobre articulista, mas peço licença para apresentar uma outra visão sobre o tema, que entendo necessária, até para que se possa clareá-lo com luzes mais intensas.
Começo dizendo que o serviço público é burocrático e cheio de amarras, sim, como afirma o autor, mas isto não decorre de indolência, inoperância, acomodação ou qualquer outra adjetivação pejorativa que se queira atribuir aos servidores mais experientes. Isso é simplesmente uma decorrência natural e direta do princípio da legalidade, que rege toda e qualquer esfera da administração pública brasileira.
Apenas para nos lembrarmos, “Legalidade Significa que a administração pública está sujeita aos princípios legais, ou seja, as leis ou normas administrativas contidas na Constituição. Neste caso, só é possível fazer o que a lei autoriza. Quando a administração pública afasta-se ou desvia-se da legalidade, ela é exposta à responsabilidade civil e criminal, conforme o caso. Desta forma, a lei acaba distribuindo responsabilidades aos gestores. Trazendo essa lógica para o cotidiano, um administrador público em um processo de licitação, por exemplo, deverá proceder de maneira já estabelecida e em hipótese nenhuma de forma diferente.” (https://www.aspec.com.br/blog/os-cinco-principios-fundamentais-da-administracao-pública/)
Então, meus caros, percebam que os princípios que regem a administração pública, dentre eles o da legalidade, não só no Brasil, mas em todos os Estados Democráticos de Direito mundo a fora, nas nações que conseguiram alcançar ao menos um nível mínimo de progresso civilizatório, são resultado de séculos de evolução da ciência jurídico-administrativa.
Agora, imaginem os senhores, se todo neófito que ingressa no serviço público cheio de ideias mirabolantes para “salvar a pátria” pudesse sair por ai praticando atos, até bem intencionados, mas de conseqüências futuras imprevisíveis. Em breve teríamos o caos na administração pública. A legalidade seria apenas um conceito vago e abstrato.
O fato é que nenhum servidor, sozinho, nem mesmo o próprio Presidente da República, mesmo com toda a sua assessoria, tem a exata dimensão da complexidade que é o funcionamento da máquina pública e das conseqüências que advém dos atos, por mais simples que sejam, praticados por cada agente do serviço público.
Assim, prezados, a vinculação à legalidade é uma necessidade, construída e verificada ao longo dos séculos, para que a administração pública não descambe para o “achismo” de cada servidor. A legalidade é um roteiro seguro a ser seguido por todos e a única maneira de mudar o procedimento é mudando a lei.
Ora, se o serviço público não está agradando à sociedade é porque as leis que o vinculam e o engessam não estão permitindo, cabendo à mesma sociedade eleger legisladores probos, que legislem de acordo com os anseios populares e gestores que administrem de acordo com os melhores interesses sociais. Por a culpa da ineficiência nos servidores é o mesmo que culpar as células de um corpo por uma doença causada por má alimentação.
Então, já concluindo, mais uma vez com a devida vênia, o conselho para fazer somente o “feijão com arroz”, ou seja, somente o que está determinado em lei, é excelente, e digo mais, é excelente não só para os servidores em estágio probatório, mais para todo e qualquer servidor... agora tem que ser um “arroz com feijão” de primeira qualidade, o melhor “arroz com feijão” que se pode servir.
Quem critica a vinculação do serviço público à legalidade, porque burocrática e engessadora, talvez não faça a menor ideia do que seria um grupamento humano sem esse controle... se está ruim como está, sem a legalidade para gerir estritamente a atuação do Estado, se cada servidor pudesse agir livremente da forma como achasse mais correta, talvez nem pudéssemos estar aqui debatendo esse assunto, pois a ausência sistemática de padrão comportamental ao longo dos anos geraria um caos desagregador capaz de destruir o Estado enquanto ente de agregação social.
Por causa de tudo isso, o serviço público não é o ambiente profissional ideal para que o indivíduo, isoladamente, possa por em prática ideias que tenha para alterar a sistemática de funcionamento da atividade que realiza. Quem deseja ardentemente inovar e criar meios próprios de se realizar um trabalho deve ir para a iniciativa privada, onde não há legalidade estrita. O serviço público é lugar para onde devem ir aqueles que compreendem a importância de bem e fielmente cumprir as leis que regem, vinculadamente, tal atividade.
Saudações jusbrasileiras a todos! Um 2020 de felicidade plena!
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Juliana Moura
Artigo ·
há 7 anos
O Fisco protestou o meu nome e agora? Parcelar é a melhor opção?
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